Você é daquelas pessoas que odeia as segundas-feiras? Parece até uma piada perguntar isso, não é? Afinal quem nunca acordou no primeiro dia da semana com a sensação de que não descansou o suficiente e queria dar uma esticadinha no domingo?

Eu mesma acordo assim de vez em quando, com vontade de ficar só mais aqueles cinco minutinhos na cama antes do trabalho

Mas para algumas pessoas as segundas-feiras são traumáticas. Existe quase uma fobia em retornar à rotina do trabalho.

Esse sintoma, infelizmente, não é incomum nas grandes cidades. Pessoas acabam se sentindo infelizes com seus trabalhos e afazeres diários. Elas querem viver o maior tempo possível longe do escritório, agem como se o trabalho fosse uma prisão e encontram nos finais de semana uma fuga pontual para a rotina maçante.

Para essas pessoas, o maior problema das suas vidas são as segundas-feiras. Mas elas são realmente as culpadas? Tenho certeza que não.

As pessoas não odeiam as segundas-feiras. Elas odeiam as escolhas que fizeram em suas vidas.

Questione-se um pouco. Por que você levanta da cama todos os dias? Qual o seu grande porquê? O que te motiva e te move?

Se você é só movido pelo seu salário e por isso suporta uma carreira que não te agrada, é claro que suas semanas serão desagradáveis. Talvez você esteja subindo todo dia um degrau na escada que é a sua vida profissional, mas essa escada realmente é ideal para você?

Para amar as segundas-feiras você precisa fazer com que sua rotina seja prazerosa e agradável, que ela complete sua vida e te traga alegria. Ou seja, ela deve te guiar e estar de acordo com o seu verdadeiro porquê.

Todo ofício tem suas dificuldades e desafios. Se seu objetivo de vida é ser um empreendedor e dono do seu próprio negócio, por exemplo, também terá muito trabalho – talvez muito mais que tem como assalariado. Mas estará fazendo algo que te motiva e realizando o seu sonho. Chegando cada dia mais perto do seu objetivo de vida. Um prazer como esse não tem preço e te fará aguardar ansiosamente por cada dia da semana.

Gostou desse artigo? Deixe um comentário abaixo